Diário do Pará Online

Menino mata primo com tiro de espingarda

uma criança de oito anos de idade morreu, na noite desta quinta-feira, no município de Mojuí dos Campos, no oeste paraense, atingida por um tiro de espingarda disparado acidentalmente pelo primo da vítima, um menino de dez anos de idade.

O tiro acertou a boca da vítima, que morreu imediatamente. A Polícia Civil de Santarém informou que as duas crianças estavam brincando com a arma na hora em que houve o acidente. O garoto de dez anos que estava manuseando a espingarda não sabia que a arma estava carregada e fez o disparo fatal.

Segundo informações da Polícia Civil de Santarém, o menino que fez o disparo acidental está recebendo atendimento psicológico. As duas crianças estavam passando férias em Mojuí dos Campos.

Segundo fonte da Polícia Civil de Santarém, “o crime está sendo investigado e a polícia vai ouvir o dono da arma, que certamente vai responder a processo criminal”.

PROJETO SOCIAL

Talvez essa tragédia ocorrida em Mojuí dos Campos pudesse ser evitada se projetos de inclusão social envolvendo crianças e adolescentes fossem executados em todo o Estado, a exemplo do que está sendo promovido pela 2ª Companhia Independente da Polícia Militar, situada em Mosqueiro, que iniciou um projeto de inclusão social junto à comunidade local, denominado “Bom de bola, bom de escola”, que tem na prática do futsal sua principal atuação.

COMO FUNCIONA

Com a finalidade de integrar crianças e adolescentes na faixa de 9 a 17 anos, o projeto tem 100 participantes inscritos sob a coordenação dos educadores sociais Márcio Fernandes e José Hugo, ambos moradores do bairro do Chapéu Virado. Para participar, os jovens precisam ter autorização dos pais e estar em boa situação escolar, condição essencial para sua permanência no grupo, que recebe orientações sobre cidadania e convivência comunitária, além da prática desportiva.

ONDE ACONTECE

O projeto é desenvolvido nas dependências da companhia PM, às segundas e quartas-feiras pela manhã e à tarde e conta com os colaboradores do Instituto Arcelina Elias, também sediado na ilha, técnicos que desenvolvem atividades sociais e educativas junto aos participantes, além do futebol, que é o grande atrativo para a juventude.

(Diário do Pará)