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Quinta-feira, 01/04/2010, 08h34

Ritmos regionais consagraram Vavá da Matinha

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chegou a ser um dos grandes nomes do forró nas décadas de 1950 e 1960

“o Vavá da Matinha influenciou toda uma geração. Era cantor nacional que fazia músicas extremamente regionais. A gente que trabalha com pesquisa musical tem que passar por ele. Ele ficou conhecido principalmente pelas músicas em que fazia alusão ao Estado”, afirma Júnior Soares, cantor do Arraial do Pavulagem, que iria fazer parte de uma homenagem organizada por músicos locais para arrecadar fundos para o tratamento de Vavá, adiada para o próximo dia 13.

“Pouca gente sabe, mas no final da década de 50, início de 60, Vavá era um nome de destaque no forró, uma referencia no gênero junto com Jackson do Pandeiro e Luiz Gonzaga. O forró era um ritmo forte nas regiões Norte e Nordeste e as gravadoras investiam nos músicos. Então ele foi nessa onda. Jackson, nessa época, gravou uma de suas canções, ‘Secretaria do Diabo’, assim como Bezerra da Silva, em início de carreira, gravou músicas do Vavá”, conta Allan Carvalho, cantor e compositor do grupo Quaderna, que teve contato com o trabalho do artista em 2006 por ocasião do lançamento do seu primeiro CD em homenagem a Ari Barroso, outro forrozeiro paraense de destaque, contemporâneo de Vavá.

O primeiro registro musical do artista aconteceu em 1960, com a gravação de duas músicas numa coletânea da gravadora Continental. No ano seguinte, gravou um disco “compacto” e o primeiro LP, “Eternas lembranças do Norte”, com quatro composições, a maioria em ritmo do forró.

Mas foi só na década de 1970 que Vavá iria assumir o gênero que o consagraria. Com os boleros, a música de gafieira ganhou fama e fez a escola que desembocaria no melody atual. Vavá afirmava que, com a canção “Só castigo”, chegou a ultrapassar Roberto Carlos em vendas nas regiões Norte e Nordeste, em 1972.

Após a década de 1980, o cantor caiu no ostracismo. Em 1990, afastado dos palcos, mudou-se para o município de Castanhal, no interior do Pará, onde aposentou-se como funcionário da Prefeitura. Atualmente, morava com a mulher e a filha em Fortaleza, Ceará, e vinha a capital paraense esporadicamente para visitar a família.

O corpo do cantor segue em cortejo às 10h de hoje para ser sepultado em Castanhal.





VAVÁ DA MATINHA

Osvaldo Oliveira ganhou seu apelido na juventude nas ruas da Matinha (atual Bairro de Fátima) no qual nasceu e viveu boa parte da sua vida.

Ao longo de suas carreira, Vavá da Matinha lançou mais de 50 LPs, nos mais variados rítmos - de forró a bolero.

De acordo com o próprio, foi o primeiro cantor a gravar um merengue com letra (“A Deusa do Mercado São José”) (Diário do Pará)

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