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Domingo, 06/12/2009, 07h59

Festival de Dança de Salão quer se popularizar

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Festival de Dança de Salão quer se popularizar
Festival contou com apresentações de ritmos internacionais

A noite da capital paraense está embala pelo evento “Baila Belém – Festival de Dança de Salão”, que segue até hoje, a partir das 19h, no Teatro Waldemar Henrique, realizado pela Arte e Companhia By Darley Quintas.

Hoje, as companhias vão apresentar ritmos nacionais, como samba, soltinho, forró, lambada, brega, calypso, entre outros. No final, serão feitas algumas homenagens e premiações a dançarinos e bailes tradicionais que promovem a dança de salão na cidade.

Ontem, o festival contou com apresentações de ritmos internacionais, como tango, valsa, rock, foxtrot, merengue, salsa, zouk, mambo, rumba e chachachá. “O teatro foi arrumado como uma estudantina, com mesas, velas e uma iluminação especial, para criar um clima diferente”, conta Darley Quintas. Ao todo, 26 companhias paraenses participam do evento. “Não fizemos nenhuma seleção, tanto profissionais quanto amadores poderiam participar. O objetivo principal do evento é popularizar a dança de salão”, comenta o realizador.

Ritmos que podem mudar vidas

Para Darley, a dança de salão está crescendo em Belém. “Até uns 10 anos atrás existia um preconceito muito grande com a dança de salão por ser popular. Mas, hoje todo mundo faz, independente da idade ou classe social. As pessoas da terceira idade usam a dança de salão como terapia e os profissionais da área de saúde incentivam”, ressalta.

A DANÇA

Os ritmos que fazem parte da dança de salão, como o bolero, o samba, o forró, a lambada, o zouk, a salsa e o tango, favorecem a aproximação do casal, que precisa estar em sintonia para desenvolver os passos.

Pensando nisso, o casal Roberto e Lana, que sempre teve como objetivo não deixar o casamento cair na rotina, procuraram a dança de salão como uma das alternativas para se divertirem juntos. “Eu nunca tinha feito nenhuma dança. O Roberto ainda chegou a fazer jazz na juventude, mas parou. Só que nós tínhamos facilidade para aprender e ensinar quem não sabia, foi então que surgiu a ideia de nos especializarmos”, conta Lana.

Então, o casal foi para o Rio de Janeiro ter aulas com Carlinhos de Jesus, o mestre da dança de salão e Paulo Araújo, o mestre do tango. “Quando voltamos, montamos a nossa Companhia, em 1999”, lembra a professora. Para Lana, logo no início das aulas, muitas mudanças positivas foram percebidas na relação do casal. “Melhorou em tudo. Nós nos tornamos mais amigos, ficamos mais próximos e cúmplices”, diz.

Mas, como professora, ela também não pode deixar de ressaltar os benefícios físicos, já que, a postura, a respiração e o equilíbrio são trabalhados nas aulas, que normalmente duram uma hora. “A dança de salão pode melhorar a função cardiovascular, combater o estresse, fortalecer o tônus muscular, queimar calorias e melhorar a capacidade pulmonar”, ressalta Lana.

Além da dança, o clima da própria escola é um diferencial na vida das pessoas que praticam dança de salão. “Em julho recebemos pessoas de fora, como do Canadá, Alemanha e Estados Unidos. Essa é uma maneira de realizarmos intercambio e os alunos fazerem novas amizades”, comenta Lana.

NOVOS RUMOS

Já para o dançarino Sidney Teixeira, a dança foi uma maneira dele não se envolver com drogas e a criminalidade. “Sempre morei na periferia e a dança me salvou da marginalidade”, ressalta.

Sidney conheceu a dança por meio de um projeto, realizado pela Prefeitura há 17 anos, que tinha como objetivo tirar das ruas os jovens em situação de risco. “Eu me encantei com a dança e não parei mais”, comenta.

Mas, a dança de salão surgiu na por acaso. “Nem passava pela minha cabeça o que era dança de salão. Quando vi as pessoas dançando, percebei que eram ritmos que nós só víamos pela televisão, ninguém dançava aqui em Belém, como o samba de gafieira”, lembra Sidney.

Foi em uma oficina ministrada por Marcelo Thiganá, no colégio Souza Franco, em 1994, que Sidney iniciou na dança de salão. “Depois do curso ganhei uma bolsa e em ano já era professor no Espaço Cultural do Marcelo, onde fiquei por três anos”, conta.

Depois, o dançarino fez um curso de professores, no Rio de Janeiro, com Jaime Arouxa e hoje ministra aula na Escola de Dança Junior Carvalho, tem o seu Grupo de Dança e também realiza o projeto social “Tô Dentro”, que oferece aulas de dança de salão.

ONDE FAZER DANÇA DE SALÃO

Roberto e Lana (Travessa 1º de Março). Informações: 3224-2062.

Marcelo Thiganá Espaço Cultural (Dr. Freitas, 2935). Informações: 3276-8337.

Escola de Dança de Salão Aderson Campo (Rua Mundurucus, 1722). Informações: 3252-0360.

Academia de Dança Marina Benarrós (Avenida Almirante Tamandaré, 709). Informações: 3241-2664.

Casa de Dança Mania de Dançar (Avenida Governador Magalhães Barata, 278) – Informações: 3259-9264.

Escola de Dança Junior Carvalho (Subsar – Praça Amazonas, 1089)

Companhia de Dança Cabanos (Clube do Remo – Av. Nazaré)

Serviço:

Hoje, às 19h, no Teatro Waldemar Henrique, último dia do “Baila Belém- Festival de Dança de Salão”. Ingresso: R$ 10. Informações: 9605 5360 / 9999 6103.

Comentários Recentes

  • José Roberto disse: Comentário postado em 06/12 Domingo às 11:55h "O Marcelo Thiganá tem um ótimo site com diversos vídeos de dança, inclusiva o tecnbrega: www.marcelothigana.com"
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