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Empregadas domésticas reivindicam em Copacabana

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Segunda-feira, 28/11/2011, 02h26

Manifestação reúne famosos em Rondom do Pará

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Foram dois dias de programação em memória aos 11 anos do assassinato, em 21 de novembro de 2000, do sindicalista e então presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Rondon do Para, José Dutra da Costa, o Dezinho. Sua viúva, Maria Joel, luta até hoje na justiça para ver os mandantes do crime atrás das grades. O pistoleiro Wellington de Jesus Silva, preso em flagrante, foi condenado a 29 anos de prisão, entretanto, após cumprir 2 anos da pena, fugiu e até o momento não foi recapturado.

Na sexta feira (25), à noite, houve uma programação cultural onde foram exibidas obras cinematográficas com temáticas relacionadas à luta dos trabalhadores por reforma agrária, bem como documentários mostrando os frequentes casos de assassinatos impunes.

No sábado, simultaneamente a uma feira com os produtos agrícolas oriundos dos assentamentos de terra do município, houve uma mesa de debates onde estiveram presentes, além do Sindicato dos trabalhadores Rurais de Rondon Do Pará, deputados federais e estaduais, representantes da Fetagri, Contag, CUT, MHuD, Justiça Global, STTRS, Comissão Pastoral da Terra e outras entidades.

HUMANOS DIREITOS

A Organização Não Governamental Movimento Humanos Direitos, composta por vários astros e estrelas de renome nacional, abraçou a causa da família de Dezinho e do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Rondon do Pará. Osmar Prado, Camila Pitanga, Letícia Sabatella e Sergio Marone foram alguns dos membros da ONG que participaram da passeata e do ato em praça pública.

Para a atriz Camila Pitanga, a intenção é virar a página da impunidade no campo. “A gente quer que Rondon do Pará vire a página e saia desta imagem de lugar violento, de terra de impunidade, para um lugar de paz, de conciliação de todas as classes sociais”, afirmou.

Letícia Sabatella declarou que mortes e crimes são coisas que são feitas para desestimular a luta por uma justiça social, uma melhor distribuição de renda e recursos, de uma boa utilização do nosso patrimônio. “Neste momento, nós estamos aqui para mostrar que existe uma força, há pessoas que olham por eles, que tão juntos, e de algum modo acreditamos nesta luta, estando onde nós estivermos”. (Diário do Pará)

Comentários Recentes

  • Garcia disse: Comentário postado em 28/11 Segunda-feira às 22:28h "Acho que vc Carlos, deveria lutar pelas coisas boas para Rondon, e não atacar aqueles que estão lutando pela defesa dos menos favorecidos, e eu acho importante esse trabalho dos atores. E passe amar seu próximo como a te mesmo! que Deus te abençoe..."
  • Carlos disse: Comentário postado em 28/11 Segunda-feira às 07:33h "Camila Pitanga, foi um escandalo nacional o que sua madrasta fez, viajando à Argentina para tomar chá com evangélicos, tudo pago por nós. Voce algum dia conversou com ela sobre isto? Ela devolveu o que gastou irregularmente? ou será que voce é outra hipócrita como a Letícia que cobra mas não faz, os outros tem obrigações e voce pela seu valorizado trabalho só tem direito? Cobre a sua madrasta Benedita da Silva, que preste contas, depois interfira nas questões de fora, antes temos que dar o exemplo, para depois cobrar."
  • Carlos disse: Comentário postado em 28/11 Segunda-feira às 07:28h "Letícia Sabatella, ontem saiu no SBT um vídeo seu, dirigindo sem cinto de segurança e falando ao celular. É esta sua mentalidade? Para os outros as leis e para voce a comodidade? Grande hipócrita é voce. Temos que ser justos para exigir justiça. Não concorda?"
  • Carlos disse: Comentário postado em 28/11 Segunda-feira às 07:25h "Enquanto os atores globais procuram visibilidade, a viuva procura votos. É necessário que se abra um debate para reclassificar o conceito de proprietário de terras. Na antiguidade e até os dias de hoje na visão pequena de muitos, são nobres os possuidores de terras, no entanto, esqueçem de readequar, de modernizar o conceito, uma vez que não só terra é capaz de produzir bens. Basta para isto, levantar quanto vale e quanto custa um saco de arroz, feijão, um litro de leite, etc. verão que o custo numa produção rudimentar utilizada pelos pequenso proprietários é bem superior ao valor venal, isto devido a pressão de Países ricos (onde moram a grande maioria dos ongueiros) por subsidiar seus produtores. Fazem isto, para manter esta parcela longe dos grandes centros para não surgirem curtiços como tem hoje em Rondom e qualquer outra cidade do Brasil. Abra os olhos, vamos colocar em prática a palavra da moda, do momento, "interdisciplinariedade" o alcance real do termo."
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